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terça-feira, 29 de junho de 2010

Pense na Felicidade ...

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos amor, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanto cinema.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E, se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, com humor, fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista, é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. se a meta está alta demais, reduza-a.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

Este post é um email que recebi de Jefferson Davi. Achei interessante e postei aqui para vocês! :*

Geração Tribalista

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos ares, levanta os braços, sorrí e dispara:


“Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".

No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, a ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, pra ficar somente com a cereja do bolo - beijar na boca, namorar e não ser de ninguém. Pra comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro está beijando outra, etc, etc, etc. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas em um dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto, abraçado, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só pra dizer bom dia, ter uma boa companhia pra ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém pra fazer e receber cafuné, um colo pra chorar, uma mão pra enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém pra amar...
Somos livres pra optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...

terça-feira, 22 de junho de 2010

ÉH NÉH! [...]

Poderia ser tudo diferente, mas você preferiu seguir seu caminho e esqueceu de pensar que entre nós existia carinho e amor, você escolheu seu caminho e me deixou sem escolha, espero que você não desista de viver, mas que a vida lhe ensine o que é certo...

Sinto muito!

domingo, 13 de junho de 2010

♪♫

'Eu só rezo pra ficar bem.
(eu sei que vai)
Acredito que vai ficar tudo bem!'



- Só rezo / Nx Zero

sábado, 22 de maio de 2010

Longe demais da perfeição.

Sei muito bem que NUNCA fui, ao menos cheguei perto de ser e que JAMAIS serei PERFEITA!
A perfeição existe na verdade? Me pergunto isso sempre!
PERFEIÇÃO: Ausência de quaisquer defeitos.
É, realmente nunca serei perfeita. Defeitos eu tenho milhares ...
Acho que não mereço nada do que tenho na vida.
Não consigo ser uma boa amiga, que está presente sempre para ouvir tudo o que o outro tem a dizer, ou ajudar em alguma coisa.
Não consigo ser a colega legal, que não explode na hora da raiva, que tem paciência sempre, que fala diretamente onde está o problema.
Não consigo ser uma irmã compreensiva, amiga, paciente, solidária, enfim, a irmã que deveria ser.
Não consigo ser a namorada que ele sonha em ter. Na maioria das vezes fico calada demais e isso me faz sofrer, às vezes falo demais coisas sem sentido e não dou espaço para ele falar e isso me incomoda. Reclamo demais, sou fria demais, não demonstro o amor que sinto com clareza, talvez por medo ou insegurança, não consigo ser chata e grudenta como a maioria das namoradas, mas por não agir assim e não conseguir me expressar o suficiente me torno chata. E sofro sozinha no meu silêncio.
Não consigo ser a aluna exemplar, por mais que eu tente não consigo. Tirar notas boas sempre, não deixar tudo se acumular e se transformar num bicho de sete cabeças, estudar como tem que ser.
Não consigo ser a filha que todo pai sonha em ter. Não tenho interesse pelos problemas da família, na maioria das vezes faço coisas que são contra a vontade dos meus pais, não sinto vontade de ouvir o que eles tem para falar, não consigo levantar de bom humor e tagarelar para agradar a minha mãe, não consigo conversar com meu pai sobre qualquer assunto que seja, não consigo abraçá-lo com frequência, não consigo fazer o meu papel de filha como deveria. E eu sofro novamente, mas, com muito mais intensidade.
Não sou uma boa pessoa. Sou egoísta, não sei me sentir bem e feliz com tudo que acontece comigo. Ingrata, isso que sou. Medíocre. Hipócrita, isso sim me resume! Sou revestida com uma capa obscura que esconde meu verdadeiro eu. Que me prende a solidão e me torna depressiva. Chorar não adianta mais. A dor se tornou um buraco negro sem fim. E assim vou vivendo, tentando me enganar, tentando ser feliz, tentando sobreviver...
Um desabafo? Crise existencial? Carência? Frescura?
Entenda como quiser!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

I'm not fine ...



Solidão profunda.
Todos os caminhos me leva ao abismo, à escuridão.
Posso até tentar me conformar com tudo isso, mas o que me resta é apenas meu quarto, minha seleção de músicas preferida, um livro qualquer, ou até mesmo o meu silêncio.
Que me perturba!
Palavras que doem ao serem ditas e ouvidas.
Momentos que a raiva domina.
A dor da ausência.
Os soluços cada vez mais intensos.
Melancolia.
Chorar não é mais o bastante!
Gritar não é mais o suficiente!
Morrer talvez seja o necessário.
Para uns e outros.
Aflita!
Penso e não chego a lugar algum.
Não consigo controlar nada!
Não consigo me expressar!
Isso é o fim?
Não sei.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Perguntas sem respostas?


Porque viver é tão difícil?
Porque lidar com pessoas é tão difícil?
Porque amar é algo tão lindo, porém difícil?
Porque o mundo não pode ser como eu sonho?
Porque o medo existe?
Porque as ruas estão tão obscuras ultimamente?
Porque me sinto insegura?
Porque todos estão carentes?
Porque a injustiça está em alta?
Porque tudo está assim?
Tão certo e ao mesmo tempo incerto!
Faz algum sentido?
Talvez ...
Pode ser que tudo mude um dia.
Ou pode ser que tudo acabe.
Assim...
Tudo na mais perfeita sincronia (da incerteza)!
Ninguém sabe!