Muitas vezes é preciso se afastar de algo para se perceber a beleza que algo possui, tudo muito de perto tem não só mais defeitos, mas também mais exigência de quem observa. A proximidade em excesso pode resultar em distância entre as pessoas. A beleza de algo, por vezes, está em ser a primeira vez que vemos, depois a raridade se torna comum e deixamos até de dar valor ao que deveríamos fazer questão de nunca perder. Mas perdemos. Nos perdem. A vida é perda consecutiva e no fim se perde a vida, mas enquanto a temos precisamos buscar o melhor, ainda que seja difícil encontrar o melhor, perceber o melhor e mais difícil ser e manter o melhor, para nós e para quem amamos. Acho que se tratando de coração o melhor é o que não é o óbvio, e é a vida que me ensina isso, quando eu quero aprender. O melhor não é fácil, o melhor não é barato, o melhor demora. Os melhores shampoos são os que não têm propaganda na TV. Os melhores livros são os que não se parecem com os resumos. Os melhores filmes são os que não passam em todos os cinemas. As melhores músicas de um CD são sempre as que não fizeram sucesso algum. Os melhores amigos são aqueles com os quais você pensava não ter nada em comum. As melhores compras são as que não foram programadas. Os melhores beijos são os que você deu sem expectativas. Os melhores presentes são os que você não pensava em ganhar. Os melhores encontros são os que não foram marcados. As melhores comidas são as que você fez só com o que tinha no armário. As melhores viagens são as internas. Os melhores passeios são os para os destinos menos badalados. A melhor lata de leite condensado é a que não alcançamos no armário. As melhores contradições estão nas coisas mais claras. O melhor do fim ainda é a saudade. O melhor do encontro é a espera. Talvez, por tudo isso junto, as melhores lembranças podem ser do que queremos esquecer e os melhores amores são os que nunca aconteceram.
*Texto retirado do Blog - Eu só queria um café
_ ALL /
terça-feira, 10 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Fim da mordomia
Poucas horas para terminar.
O sossego está com horas contadas.
Ter que sair debaixo do edredom às seis da matina é doloroso.
E vira uma guerra entre o sono e a preguiça, mas nessa luta ninguém vence!
A responsabilidade rouba a cena e martela sua consciência até que você se levante!
Passa muito rápido. Passou muito rápido.
Nem percebi o tempo passar.
Foi bom.
Queria só mais um mês. Apenas UM.
Terminar as coisas que não comecei a fazer, cantar as músicas que não ouvi ...
Fazer acontecer!
Aproveitar ao extremo, até sugar completamente minhas energias!
Pena que não pode ser assim. Pena que não vai ser assim.
Acabou. Ponto final. FIM!
Adeus FÉRIAS, até daqui seis longos e intermináveis meses!
O sossego está com horas contadas.
Ter que sair debaixo do edredom às seis da matina é doloroso.
E vira uma guerra entre o sono e a preguiça, mas nessa luta ninguém vence!
A responsabilidade rouba a cena e martela sua consciência até que você se levante!
Passa muito rápido. Passou muito rápido.
Nem percebi o tempo passar.
Foi bom.
Queria só mais um mês. Apenas UM.
Terminar as coisas que não comecei a fazer, cantar as músicas que não ouvi ...
Fazer acontecer!
Aproveitar ao extremo, até sugar completamente minhas energias!
Pena que não pode ser assim. Pena que não vai ser assim.
Acabou. Ponto final. FIM!
Adeus FÉRIAS, até daqui seis longos e intermináveis meses!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Objetivos Incompletos
Não terminei livro.
Não comecei a ler o outro.
Não dei a faxina geral.
Não dei a faxina geral.
Não peguei ninguém.
Não dei a chance.
Não te achei.
Não dancei.
Não gritei muito.
Não cantei todas as músicas.
Não bebi horrores.
Não chorei o tanto que devia.
Não descansei.
Não dormi.
Não completei meus objetivos.
Há tempo suficiente para isso.
Há tempo suficiente para isso.
Dando tempo ao tempo.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Trecho ...
[...]'Quando eu pensava em desistir da vida, meu cálice emocional também se tornou invisível para meus colegas e alunos. Um intelectual como eu não podia declarar sua dor. Para eles, depressão era coisa de gente frágil. Ninguém enxergou a minha angústia desenhada clandestinamente no quadro de pintura do meu rosto. Estariam eles cegos ou era eu que não sabia demonstrar sentimentos? Não sei.'[...]
Trecho do livro: O Vendedor de Sonhos - O chamado de Augusto Cury. Página 123.
Trecho do livro: O Vendedor de Sonhos - O chamado de Augusto Cury. Página 123.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Música de hoje: Mais uma vez - Renato Russo ♫
Mas é claro que o Sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o Sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança ...
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o Sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança ...
terça-feira, 29 de junho de 2010
Pense na Felicidade ...
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos amor, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanto cinema.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E, se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, com humor, fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista, é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. se a meta está alta demais, reduza-a.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Este post é um email que recebi de Jefferson Davi. Achei interessante e postei aqui para vocês! :*
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos amor, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanto cinema.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E, se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, com humor, fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista, é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. se a meta está alta demais, reduza-a.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Este post é um email que recebi de Jefferson Davi. Achei interessante e postei aqui para vocês! :*
Geração Tribalista
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos ares, levanta os braços, sorrí e dispara:
“Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, a ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, pra ficar somente com a cereja do bolo - beijar na boca, namorar e não ser de ninguém. Pra comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro está beijando outra, etc, etc, etc. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas em um dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto, abraçado, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só pra dizer bom dia, ter uma boa companhia pra ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém pra fazer e receber cafuné, um colo pra chorar, uma mão pra enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém pra amar...
Somos livres pra optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...
“Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, a ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, pra ficar somente com a cereja do bolo - beijar na boca, namorar e não ser de ninguém. Pra comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro está beijando outra, etc, etc, etc. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas em um dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto, abraçado, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só pra dizer bom dia, ter uma boa companhia pra ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém pra fazer e receber cafuné, um colo pra chorar, uma mão pra enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém pra amar...
Somos livres pra optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...
Assinar:
Postagens (Atom)